Museu da Historia Natural

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Entomologia

A colecção entomológica do Museu de História Natural de Maputo é o principal e maior acervo moçambicano. Sendo de extrema importância em termos de espécimes incorporados, tanto do ponto de vista nacional como da região afro-tropical. O propósito de manter-se esta coleção tem sido o de reunir informações referentes à biodiversidade da fauna entomológica com seus dados associados, tais como, o local e época de ocorrência, a biologia, entre outras informações. A colecção conta com centenas de espécimes-tipo, em sua maioria parátipos de espécies de Coleoptera: Scarabaeoidea: Scarabaeidae: Scarabaeinae, procedentes de diversas partes da região afro-tropical. O material de Scarabaeinae contido na coleção é usado e citado em revisões taxonómicas e contribuiu para a realização de dezenas de artigos científicos como de várias monografias de graduação das Universidades sedeadas em Maputo. Porém, cerca de duas dezenas de holótipos, ainda não estão totalmente inventariados.

Fauna Bravia 

Na componente de fauna bravia o Museu teve actividades de investigação na Ecologia de mamíferos terrestres na Reserva Nacional de Chimanimani (estudando a distribuição, área de permanência e dieta dos elefantes) nos anos 2000 à 2003. Mais recentemente, desde 2006 o Museu tem estado a estudar a ecologia dos búfalos em Gorongosa e Marromeu. Esta envolve estudos de dieta, comportamento, distribuição estrutura da população, movimentos de manadas e genética.

Uma componente que o Museu tem investigado a longo tempo é o comércio de carne e outros usos de animais bravios. Em 1996 também fez o levantamento do uso e comercialização de partes de animais para fins de medicina tradicional e outros usos através de inquéritos nos mercados da cidade de Maputo. No período1996-1997 estudou a comercialização da carne de caça na Província de Maputo e actualmente (desde 2009) tem estudado a caça furtiva no centro de Moçambique nos distritos de Macossa, Gorongosa e Marromeu.

Outra área relevante é a experiência do Museu em relação as interações homem-fauna bravia. O Museu participou no inventário nacional de Fauna promovido pelo Ministério da Agricultura em 2008 (tendo tido particular função na análise e caracterização do conflito homem-fauna bravia e no período 2009-2010 realizou o estudo da interação da fauna com as aeronaves em 6 aeroportos principais de Moçambique (Maputo, Vilanculos, Beira, Quelimane, Nampula e Pemba), tendo produzido recomendações e planos de acção imediatos para redução das colisões com aeronaves.

O Museu tem também uma experiência no estudo de aves aquáticas, nomeadamente censos de aves pernaltas nas áreas costeiras e lagoas. Esta actividade foi realizada para diversos projectos entre os quais as contagens coordenadas para a Wetland International, bem como censos aéreos para um programa de investigação TRANSMAP para ajudar a fazer o zoneamento de áreas centrais (core areas). Neste contexto, o Museu esteve envolvido no projecto da FAO sobre a Influenza Aviaria (gripe das aves) onde o seu papel foi realizar o levantamento nacional de áreas potenciais onde as aves migratórias poderiam transmitir a gripe aviária para as espécies domésticas.

O Museu tem também participado na elaboração de planos de maneio para as áreas de conservação, neste caso específico, plano de Maneio de Delta do Zambeze (Terra húmida abrangida pela Convenção de  RAMSAR)

Biodiversidade 

A área de biodiversidade é uma das mais importantes do Museu, porque o Museu está a trabalhar na catalogação das colecções de fauna (aves, peixes, répteis e mamíferos bem como os insectos).

Contudo uma outra área relevante tem sido a participação ou ao apoio institucional que o Museu dá relativamente a levantamentos de biodiversidade terrestre promovidos por outras instituições tais como o Instituto de Investigação Ágraria de Moçambique (expedições ao Monte Namuli, Monte Mabu e Florestas Costeiras Secas de Cabo Delgado) para o levantamento de insectos, répteis e pequenos mamíferos.

Outros levantamentos de biodiversidade incluem os de corais e peixes de coral nos Arquipélago das Quirimbas (Ihas de Ibo e de Vamizi).

Ecologia marinha 

Nesta área os aspectos ecológicos de distribuição de mamíferos marinhos (golfinhos) e sua interação com as pescarias. Este estudo começou na baía de Maputo, tendo focalizado duas espécies (Tursiops aduncus e Sousa plumbea), bem como em aspectos de turismo sustentável de mamíferos marinhos (Tursiops aduncus), onde analisa aspectos éticos do turismo na Ponta do Ouro, impacto das actividades de natação com os golfinhos no comportamento e uso de área. Outros levantamentos que o Museu fez em 2009 nesta área tem sido o levantamento do turismo de natação com a raia manta e o tubarão baleia nas praias de Tofo -Barra- Tofinho, com a finalidade de ajudar a regular a actividade turistica e diminuir o seu impacto sobre os animais.

O Museu tem realizado um estudo também prolongado sobre a ecologia de dugongos (mamífero aquatico) na Baía de Arquipelago de Bazaruto desde 2001, tendo desde então realizado diversos censos aéreos, estudado a estrutura da população e a distribuição dos dugongos. Actualmente (2010) está a implementar um levantamento para permitir identificar as áreas chave onde ocorrem as capturas acidentais por pesca, de modo a implementar um sistema de monitoria e de prevenção. Neste contexto, o Museu tem trabalhado com as entidades da Direcção Nacional para as Áreas de Conservação e com a Direcção Nacional para a Gestão Ambiental do Ministerio para a Coordenação da Accão Ambiental actualmente MITADER.

 O Museu tem participado em estudos ecológicos  encomendados quer das componentes marinhas e terrestres referentes ao Delta do Zambeze, Baía de Maputo e Arquipélago das Quirimbas.